segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

A Resposta

Sim, tu que me lês, tu, que precisas de uma resposta:
Repito, o que outrora te disse:
"Tudo acontece por uma razão, apenas não chegou a altura de ela mesma se apresentar".

O "normal" simplesmente não existe.
Mera expressão criada para "enfeitizar"o que de tão estranho nos acontece.
O "normal" que procuras, está à tua volta. Está no cada dia da tua, vossa, nossa Vida.
Está ao redor de todos nós.
A regra é simples: Dar importância às coisas mais simples.
E nisto, justifico a "anormalidade" de Viver.

Quanto à desilusão?
Essa, faz parte.
(Grosseiro, hã?)
Mas, verdadeiro.
É nela que viste, o que muitas vezes me fraqueja.
Ela permitiu-te conheceres mais uma face, deste "eu".
Porque como já disse "na imensidão de tantos eus, não sei quem sou".
A grande infelicidade do Homem, é possuirmos a capacidade de sermos o que quisermos. Consequentemente não somos ninguém, nas nos conhecemos, não nos conhecem.

E a desilusão entra numa das piores consequências dos tantos "eus".
É ver-mos que afinal "não o/a conhecia tão bem".

O "Ponto"?
O "ponto" em que chegámos, não é nada mais, nada menos, do que:
O Presente.
As atitudes, que tivemos. As causas que levaram "a...".
Hoje, sou o que no passado fui, o que no passado fiz.
Amanhã, serei o que no "Hoje" me apresento, no "Hoje" que escrevo.
No "Hoje" que Te escrevo.

Chorar pelo Passado?
(Idiotice)
Porquê?
As lágrimas limpariam o "tudo" a que te referes.
Limpariam os "eus" que fui, os "tus" que foste, os "nós" que fomos.

Quanto ao Futuro?

Reservo-o a ele mesmo.

Mr.London

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